Palmarés
Esta modalidade teve o seu início de actividade, em 1945 e foi no clube suspensa em 1984. A Volta a Portugal, começou várias vezes, na cidade do Porto e na pista do Estádio do Lima. Estabelecia-se aí uma empatia tal entre o público, na quase totalidade portista, e a equipa que disputava a 1ª etapa (contra relógio por equipas) que durante o tempo da prova toda a gente de pé gritava "Porto, Porto, Porto". E, quando as cronometragens eram lidas pelo locutor de serviço, e o FC Porto ficava em 1º lugar, atingia-se um clima de verdadeira euforia. O FC Porto ganhou doze vezes, colectivamente, a Volta a Portugal em: 1948, 1949, 1950, 1952, 1955, 1958, 1960, 1964, 1969, 1979, 1980 e 1981. Individualmente, também o clube venceu a mais importante prova velocipédica nacional, a Volta a Portugal, por doze vezes: 1948 - Fernando Madureira; 1949 e 1950 - António Dias dos Santos; 1952 - Moreira de Sá; 1959 - Carlos Carvalho; 1960 - Sousa Cardoso; 1961 - Mário Silva; 1962 - José Pacheco; 1964 - Joaquim Leitão; 1979 - Joaquim Santos; 1981 - Manuel Zeferino e 1982 - Marco Chagas. Na "clássica" Porto - Lisboa, representantes do FC Porto ganharam esta prova por doze vazes: 1941 - Fernando Moreira; 1951 - Amândio Cardoso; 1952 e 1953 - Luciano de Sá; 1957 - Sousa Santos; 1958 - Carlos Carvalho; 1959 - Mário Sá; 1961 - Azevedo Maia; 1965 - José Pacheco; 1966 - Joaquim Leitão; 1970 - Joaquim Leite; 1981 - José Amaro; 1982 e 1984 - Alexandre Ruas.
[editar]Palmarés
Curiosidades
- O FC Porto é o clube com mais títulos de vencedor da maior prova do ciclismo português: Volta a Portugal. (Ver: Anexo:Ranking histórico de títulos na Volta a Portugal).
- O FC Porto contou, ao longo da história da modalidade, com alguns dos melhores e mais prestigiados corredores da história do ciclismo português, como: Dias dos Santos, Manuel Zeferino, Moreira de Sá e Marco Chagas (o maior vencedor da história da Volta a Portugal).
- O FC Porto conseguiu um feito inédito na história da Volta a Portugal. Na Volta a Portugal de 1949, os cinco primeiros classificados defendiam as cores azuis e brancas (António Dias dos Santos, Attíllio Lambertini, Joaquim Sá, Fernando Moreira de Sá e Fernando Jorge Moreira), consquistando ainda o primeiro lugar por equipas.

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